Começa sempre assim... A luz baça do Instagram, q banha seus rostos, depois as mãos q se tocam. Atrás deles tem uma floreira e ela está de vestido. O muro é baixo e não esconde do olhar dos curiosos o beijo apressado entre os dois. São 6 horas. Ele saiu do trabalho cansado, passa por ruas de pequenas lojas. Escapa um som de forró, tapioca, periferia. Ele sonha... Com ela?
Ela acorda com a campainha... O rapaz q empurrava o portão entre as floreiras chega no apartamento de madame. Ela comprou um creme fino pras mãos dele, mas não o mais caro, pra não ofender. Ela pensa q não vai durar. Pra sua sorte, ao entrar ele a beija forte. O abraço dele tem cheiro doce, pele macia e tensão q dissolve medos. Ainda hj ele está aqui, ela sorri. Acende uma vela. A meia luz favorece as senhoras.
A gente só vive uma vez, certo? Chama... igual intensidade. A gente olha em volta a toda hora... Isso é movimento... igual curiosidade. A gente também gosta de trocar figurinha... molecagem... e eros... No quintal, na mesa, na cama... tanto faz: nos encontramos como corpos celestes... e faremos chover estrelas
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Lampião em crise
serenou, amor
amanheceu molhado
(tocaia, bala, facão)
serenou, amor
amanheceu coalhado
pois q de tdo jeito se morre
pois q de todo jeito se morre de não viver, de fugir...
então fico, Bonita
e se o céu cair, q seja de azul
e a terra, se abrindo, seja tu
amanheceu molhado
(tocaia, bala, facão)
serenou, amor
amanheceu coalhado
pois q de tdo jeito se morre
pois q de todo jeito se morre de não viver, de fugir...
então fico, Bonita
e se o céu cair, q seja de azul
e a terra, se abrindo, seja tu
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