sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

On the road (versão para o blog)

Na estrada, dirige-se. Paisagens digeridas de cartão postal, favelas. Celular no viva voz, horário pra chegar, muitos assuntos pra resolver, são como caminhos em paralelo, percorridos simultaneamente. De repente... vontade doida de fazer xixi. Ups! Pára-se no acostamento, olha-se pros lados, saindo do carro (...), ai que alívio (ou delícia? xixi dá aquele arrepio nas costas...). E por que não? Pode ser...
que eu saia detrás de uma árvore, pode ser que vc me pegue pra si, me vire de costas, me beija, eu gosto assim e tire minha roupa. Eu tiro teu pau (uma seta apontada pras estrelas) pra fora, espera, ele é lindo...Que estrela, meu, é dia! Ninguém vai ver, quero gozar na tua boquinha, eu também quero, hmmm gostoso, me beija de novo... O alarme tocou 4 vezes,
eu vou.
Entra-se no carro (vlamm!) e segue-se mainstream.
E quanto amor é pouco, e quanto amor é muito? Pequenas superfícies, gestos delicados de um filme de ação.
Muito bom, corta!

Beijo em ti, que sinto nas minhas mãos

Um comentário:

  1. ..sem botão, no tempo, no topo, no chão
    em cada escada a caminhada
    de caminhão

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